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GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA
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SEEC
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FORMULÁRIO DE PLANEJAMENTO ANUAL
DISCIPLINA GEOGRAFIA
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IDENTIFICAÇÃO
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NOME DA ESCOLA:
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ESCOLA ESTADUAL
ZENON DE SOUSA
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ENDEREÇO: RUA 27 DE
NOVEMBRO, S/N – CENTRO – CEP 59865 000 – UMARIZAL/RN
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FONE:
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(84) 3397-2203
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EMAIL:
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eezenondesousa@hotmail.com
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PROFESSORA
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RITA VIEIRA DE
ASSIS FILHA
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MATRÍCULA: 010171-0
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FONE: 9977.2656
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Email:rvassis@yahoo.com.br
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CARGA HORÁRIA
TOTAL: 30 HORAS
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TURNO: VESPERTINO
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TURMA: 6º ANO ao 9º
ANO e CF I / II
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FUNDAMENTAÇÃO
TEÓRICA:
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A
Matriz de Referência Curricular de Geografia propõe um trabalho pedagógico
que tem por objetivo a ampliação das capacidades dos alunos do Ensino
Fundamental para observar, conhecer, explicar, comparar e representar as características
físicas e humanas de diferentes espaços. Para tanto, trata, inicialmente, do
conceito de Geografia segundo autores da área e em consonância com os
Parâmetros Curriculares Nacionais. No segundo momento, apresenta os
fundamentos histórico-filosóficos, desde a criação da Geografia como
disciplina, no século XIX, até os momentos atuais. O documento traz, ainda,
sugestões para o ensino da disciplina passando pelos temas transversais, de
maneira a efetivar a aprendizagem do aluno que não mais será espectador, mas agente
do ensino aprendizagem. A organização proposta estabelece, finalmente, as
competências e as habilidades a serem desenvolvidas ao longo do Ensino
Fundamental, oferecendo ao professor instrumentos essenciais para identificar
os aspectos relevantes do ensino da Geografia e, assim, possibilitar ao aluno
analisar as relações sociais, saber orientar-se no espaço em que vive e
compreender-se como agente capaz de realizar intervenções importantes e
necessárias no seu ambiente. Portanto, o estudo da Geografia proporciona aos
alunos a possibilidade de compreenderem sua própria posição no conjunto de
interações entre sociedade e natureza.
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OBJETIVOS:
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■ Relacionar
implicações socioambientais do uso das tecnologias em diferentes contextos
históricos geográficos e comparar processos de formação socioeconômica.
■ Identificar e
compreender a importância dos recursos naturais na produção do espaço
geográfico, relacionando as transformações naturais com a intervenção humana.
■ Apontar os
significados históricos da geopolítica, considerando as relações de poder
entre as nações, e compreender e analisar o papel dos blocos econômicos e
geopolíticos.
■ Identificar
diferenças e relações entre o local em que se vive e a pluralidade de lugares
existentes, percebendo o direito dos povos como um elemento de fortalecimento
da sociedade.
■ Entender o papel
das sociedades na constituição do território, da paisagem e do espaço.
■ Analisar
diferentes formas de produção, circulação e consumo para compreender a
organização política e econômica.
■ Ler e interpretar
mapas e imagens, relacionando-os com questões da realidade mundial para
compreender os conceitos de Estado e território.
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ESTRATÉGIAS:
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6º
ANO
· Resgatar
os conhecimentos prévios sobre Geografia.
· Ler
e localizar informações no texto.
· Ampliar e
enriquecer o vocabulário.
· Elaborar
o conceito de Geografia.
· Leitura
de textos sobre os conceitos de paisagem, espaço e lugar.
· Pesquisa
iconográfica para o estudo de paisagens do espaço urbano e rural.
· Trabalho
de campo sobre a orientação no espaço geográfico.
· Pesquisa
em atlas geográficos sobre os elementos da natureza (relevo, hidrografia
clima e cobertura vegetal).
· Leitura
de mapas e atlas geográficos sobre as grandes paisagens vegetais da Terra e
do Brasil.
· Leitura
de reportagens de jornais e revistas sobre os fenômenos atmosféricos e as
mudanças climáticas.
· Cinema na sala de aula - filmes indicados no livro didático
entre outros.
· Projetos didáticos: A paisagem natural brasileira e a ação humana.
7º.
ANO
·
Leitura de mapas sobre a construção e a
formação do território brasileiro.
·
Análise de gráficos e tabelas sobre a
formação e a dinâmica demográfica do Brasil.
·
Leitura de textos e gráficos com o
desempenho histórico da indústria nacional.
·
Leitura de textos sobre a urbanização
brasileira.
·
Análise do projeto de cidades para avaliar
o crescimento urbano desordenado no país.
·
Cinema na sala de aula - filmes indicados
no livro didático entre outros.
·
Projetos
didáticos: As identidades regionais
8º ANO
·
Leitura e confecção de mapas usando escala
e projeção cartográfica.
·
Américas: construção do território,
colonização e formação territorial.
·
Leitura de atlas geográficos e confecção de
mapas com as paisagens naturais das Américas: relevo, hidrografia, clima e
vegetação.
·
Análise de gráficos e tabelas sobre
indicadores econômicos, sociais e de níveis de desenvolvimento.
·
Cinema na sala de aula - filmes indicados
no livro didático entre outros.
·
Projetos
didáticos: Os Blocos Econômicos
9º ANO
·
Leitura de mapas e atlas sobre a
organização do espaço geográfico em períodos históricos distintos.
·
Pesquisa sobre estereótipos nacionais em
filmes, músicas, jornais e revistas para analisar o modo de vida e a
identidade cultural de diferentes povos.
·
Leitura de textos, análise de gráficos e
atlas sobre a divisão econômica mundial: o norte e o sul,
·
Cinema na sala de aula - filmes indicados
no livro didático entre outros.
·
Projetos didáticos: A
Globalização do Cotidiano.
Observação:
trabalhar Projeto de conscientização e preservação do meio ambiente em todas
as turmas (6º ao 9º ano e CF I / II)
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AVALIAÇÃO:
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Avaliação
continua, observando o desempenho, a participação dos alunos em cada
atividade proposta.
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REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
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Parâmetros curriculares nacionais : geografia /Secretaria de Educação
Fundamental. Brasília : MEC/
SEF,
1998. Terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental.
-
PROJETO RADIX GEOGRAFIA – 6º ANO ao 9º ano – 2009 - Beluce bellucci,
Valquiria Pires – Editora Scipione.
http://revistaescola.abril.com.br/geografia/fundamentos/geografia-conhecimento-meio-natureza-sociedade-linguagem-geografica-cartografia-542892.shtml
- acesso em 24/03/2012.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ - acesso em 24/03/2012.
http://www.sogeografia.com.br/ - acesso
em 24/03/2012.
Acervo
do PNBE 2010 referente a disciplina de Geografia e Meio Ambiente.
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Tecnologias na Educação: ação inovadora
terça-feira, 27 de março de 2012
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Projeto
Aprender a ler mapas
Tema: Mapas como possibilidade comparativa das diferentes paisagens e
lugares.
Objetivos:
• Ler e identificar as partes fundamentais de um documento cartográfico;
• Interpretar as informações que o mapa oferece.
Síntese: Os mapas
geográficos representam alguns dados escolhidos pelos seus autores
(CARTOGRÁFOS), em razão de seu interesse específico. Nesse sentido, podem
expressar um ou mais temas. Quando expressam apenas um tema, por exemplo,
divisão política, é considerada um mapa monotemático. Ao contrário, quando
apresenta mais de um tema, por exemplo, relevo, geologia, clima, vegetação, é
considerado um mapa em superposição ou poli temático. Há ainda os mapas
pictóricos (relativo à pintura), que são aqueles destinados às crianças, por
conterem símbolos que lembram os objetos reais representados.
Considera-se que os mapas possuem quesitos básicos
para que sejam documentos confiáveis quanto as informações que oferecem, e é
com esse olhar que busquemos o entendimento dos critérios fundamentais à
compreensão de um mapa.
Analise de um mapa
Os mapas são representações geográficas da
superfície curva do planeta terra sobre uma superfície plana.
“Arte ou ciência
de desenhar mapas ou cartas geográficas recebe o nome de CARTOGRAFIA”.
Características gerais dos mapas:
• Representação
plana;
• Geralmente em escala pequena;
• Área delimitada por acidentes naturais (bacias, planaltos, chapadas, etc.), político-administrativos;
• Destinação a fins temáticos, culturais ou ilustrativos.
De uma maneira geral pode se dizer que um mapa é a representação no
plano, normalmente em escala pequena, dos aspectos geográficos, naturais,
culturais e artificiais de uma área tomada na superfície de uma figura
planetária, delimitada por elementos físicos, político-administrativos,
destinada aos mais variados usos, temáticos, culturais e ilustrativos. • Geralmente em escala pequena;
• Área delimitada por acidentes naturais (bacias, planaltos, chapadas, etc.), político-administrativos;
• Destinação a fins temáticos, culturais ou ilustrativos.
Saber ler um mapa e compreender as informações que ele contém é de fundamental
importância para o ensino de geografia.
Os mapas tem grande significado para a ciência
geográfica, a leitura dos mapas deve ser feita através da legenda - códigos,
símbolos - que contém, ao lado do mapa, a análise e interpretação das
informações que um mapa contém, é fundamental para a compreensão do espaço geográfico
o qual representa. Os mapas são sínteses espaciais.
Observação: A forma mais fiel
de representação da superfície da terra é o GLOBO TERRESTRE.
Agora vamos exercitar:
• qual o título do mapa? Nesse momento tente reconhecer o tema, a data e a região representada;
• qual o título do mapa? Nesse momento tente reconhecer o tema, a data e a região representada;
• qual a escala utilizada?
Verifique a equivalência de um centímetro no mapa, em quilômetros, na
realidade. Avalie o tamanho da região representada;
• onde está a orientação? Mostre onde está a indicação do Norte, por meio de seta ou da localização, no globo, com as linhas imaginárias (meridianos e paralelos);
• existe legenda? Para que ela serve? (a legenda presta-se a identificar as informações mapeadas);
• onde está a orientação? Mostre onde está a indicação do Norte, por meio de seta ou da localização, no globo, com as linhas imaginárias (meridianos e paralelos);
• existe legenda? Para que ela serve? (a legenda presta-se a identificar as informações mapeadas);
• qual a fonte do documento?
A fonte de
origem dos dados nos dar segurança de que o documento é confiável.
Observando e analisando o mapa, em si:
Mapas podem ser: mono ou poli
temáticos.
• Quando o mapa é
monotemático: observar as diferenças, as ordens ou as quantidades, extraindo as
informações representadas, a distribuição dos dados, as concentrações e
dispersões, as regularidades e as diferenças regionais.
• Quando o mapa é politemático: comparar individualmente cada tipo de dados, como no caso de mapa monotemático; depois, no conjunto dos temas, analisar as diversas distribuições das informações extraídas de cada tipo de dados (as proximidades, os distanciamentos, os padrões de distribuição); identificar as correlações, as concentrações e os vazios espaciais.
• Quando o mapa é politemático: comparar individualmente cada tipo de dados, como no caso de mapa monotemático; depois, no conjunto dos temas, analisar as diversas distribuições das informações extraídas de cada tipo de dados (as proximidades, os distanciamentos, os padrões de distribuição); identificar as correlações, as concentrações e os vazios espaciais.
Os vários
tipos de mapas podem vir agrupados em um livro o qual chamamos ATLAS.
Então, Atlas
Geográfico é o nome que se dá a uma coleção de mapas das várias áreas da Terra, ou de uma região específica, porém atualmente podendo tratar-se também de mapas de outros
planetas e corpos espaciais em geral. Estão disponíveis geralmente em formato
de livro ou multimídia, e tratam dos aspectos geográficos, históricos,
políticos e sociais das áreas que cobrem.
Projeção de Mercator
O primeiro a
utilizar o nome atlas referindo-se a uma coleção de mapas é o
cartógrafo flamengo (de Flandres, na atual Bélgica) Gerardus
Mercator, no século XVI. Rei Atlas teria sido um distinto filósofo,
matemático e astrônomo responsável pela confecção da primeira projeção do
globo terrestre.
Importante
notar que o nome de Mercator não é conhecido apenas por tal distinção, mas
acima de tudo por ter projetado a mais popular versão de mapa-múndi desde
sempre – a Projeção
de Mercator – ainda
hoje utilizada frequentemente em livros de todas as espécies, incluindo atlas
escolares e representações virtuais como o Google Earth.
Isso apesar
dos erros que apresenta em especial o fato de “achatar” e “esticar” as áreas
mais distantes da Linha do Equador. Apesar de algumas distorções estas são
compreensíveis e até certo ponto inevitáveis, parte do desafiador processo de
tentar representar em dimensão plana (a do mapa) um corpo originalmente em
formato esférico (o globo terrestre).
Projeção de Peters
Mais
recentemente, em 1855, escocês James Gall produziu um mapa-múndi que procurava
corrigir as distorções da projeção de Mercator; seu trabalho foi revivido pelo
alemão Arno Peters em 1973, atingindo certa popularidade com o nome de “projeção Gall-Peters“. Porém, a versão de Mercator para a representação
plana do globo terrestre é ainda a mais popular, sendo a que todos reconhecem
no dia-a-dia.
Podemos classificar os diversos
atlas existentes em:
a) de acordo com sua extensão
- Espaciais ou exoterrestres
- Universais ou mundiais;
- Nacionais
- Regionais
- Distritais
- Locais
b) de acordo com a natureza da
informação
- Geográficos
- Temáticos
c) de acordo com o suporte
- Impresso em papel
- Mídia eletrônica
Basicamente
um atlas tem sua utilidade na medida em que oferece uma síntese completa e
eficiente da realidade das áreas tratada, em seus vários aspectos (econômico,
físico, social, geopolítico, entre outros). Torna-se desse modo um resumo de
conhecimentos sobre o local abordado.
Bibliografia:
http://www.petersmap.com/ – Projeção Gall-Peters
Enciclopédia Delta Larrouse, vol. 2 “ara-ble”, editora Larrouse, 1981.
http://www.petersmap.com/ – Projeção Gall-Peters
Enciclopédia Delta Larrouse, vol. 2 “ara-ble”, editora Larrouse, 1981.
Sugere-se a utilização de mapas e recursos disponíveis em:
Os fenômenos observados na
análise do mapa, com o conhecimento de informações não contidas nele, ou
comparando com outros mapas. Para representar dados num mapa é necessário que
sejam localizáveis, ou seja, que tenham um endereço geográfico. Os dados podem
assumir três tipos de significado: de diferenciação (produtos diferentes, por
exemplo), de ordem (pequeno, médio, grande) ou de quantidade (1.000, 5.000,
10.000).
As informação ideais geográficas podem ser representadas, numa folha de papel, de três maneiras diferentes: por meio de pontos, linhas ou áreas. Os elementos espaciais com localização precisa (cidades, indústrias...) são representados por meio de símbolos pontuais. Os elementos espaciais tais como rios, fronteiras ou estradas requerem uma representação por linhas. Os demais elementos ocupam áreas, por isso, devem ser traduzidos por meio de manchas zonais.
As informação ideais geográficas podem ser representadas, numa folha de papel, de três maneiras diferentes: por meio de pontos, linhas ou áreas. Os elementos espaciais com localização precisa (cidades, indústrias...) são representados por meio de símbolos pontuais. Os elementos espaciais tais como rios, fronteiras ou estradas requerem uma representação por linhas. Os demais elementos ocupam áreas, por isso, devem ser traduzidos por meio de manchas zonais.
O trabalho em grupo com mapas
Separar a classe em grupos e oferecer-lhes distintos mapas, para que
façam um trabalho de interpretação baseado nas orientações anteriores.
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